A nossa história

Da roda do oleiro até hoje, sem nunca largar o barro.

Três gerações de uma família de Aveiro que transformou uma olaria artesanal numa fábrica de cerâmica e plástico conhecida em toda a Europa.

  1. Origens
    Distrito de Aveiro

    Uma terra rica em barro

    O distrito de Aveiro, devido às suas características geológicas, sempre foi uma terra rica em matérias-primas naturais, que proporcionaram o aparecimento das primeiras cerâmicas em Portugal.

    Paisagem do distrito de Aveiro, terra de origem do barro
  2. 1913
    De Ovar para Santa Maria da Feira

    As primeiras olarias

    Ao redor de Aveiro, e através da sua Ria, a Sul e a Norte, surgem as primeiras olarias. A partir dos finais dos séculos XVIII e XIX, e aproveitando as cinco léguas de barco, um importante centro produtivo sediou-se em Ovar.

    Em 1913, Manuel Dias Resende — avô do fundador — transfere a sua olaria de Ovar para Santa Maria da Feira. Mais tarde, os seus filhos, Manuel e Tomé, continuaram o seu legado e construíram as suas próprias olarias.

    Oleiro a trabalhar o barro na roda, fotografia de arquivo Fotografia de arquivo de 1913
  3. 1956
    Argoncilhe

    Nasce a Cerâmica de Argoncilhe

    Em 1956, Manuel Dias Resende Leite — fundador da Cerâmica de Argoncilhe — instalou a sua olaria em Argoncilhe.

    No tempo em que ainda não se utilizava a palavra empreendedorismo, o fundador da empresa tinha o sonho de não deixar morrer a sua arte, iniciando assim a procura pela industrialização do processo produtivo.

    Catálogo antigo da Cerâmica de Argoncilhe Fotografia de arquivo da olaria em Argoncilhe
  4. 1976
    Industrialização

    Da roda às máquinas

    Em 1976 a empresa passa a Manuel Dias Resende Leite, Lda.

    Da roda do oleiro às máquinas, conservamos a antiga tradição familiar, passando a produzir vasos das mais variadas formas e em grande escala.

    Máquinas de produção na fábrica, anos 70 Linha de produção na fábrica, anos 70
  5. 90's
    Internacionalização

    Portugal na Europa

    A empresa começa a expor em feiras do setor, iniciando assim a sua internacionalização, e passa a ser conhecida com o nome comercial de Cerâmica de Argoncilhe.

    • Ceramex — Lisboa, Portugal
    • Spoga-Gafa — Alemanha
    Stand da empresa numa feira internacional Produtos expostos numa feira internacional
  6. 2000
    Rotomoldagem

    Chega o plástico

    A empresa começa a produzir vasos de plástico através do processo de rotomoldagem.

    O objetivo destes produtos foi criar vasos com dimensões superiores às da gama de terracotta.

    Fábrica de Sanguedo Vasos de plástico produzidos por rotomoldagem
  7. Hoje

    Tecnologia, sem esquecer as raízes

    A empresa produz milhares de vasos todos os dias, utilizando a mais moderna tecnologia e know-how, mas nunca esquecendo o seu objetivo: produzir vasos com qualidade, beleza e personalidade.

    Braço robótico na produção atual Vaso de terracotta acabado, produção atual
    Equipa da Cerâmica de Argoncilhe

Três gerações depois

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